Programas da 1ª Temporada

14/09/2009

É só clicar no link para assistir ao programa desejado.

Rádio Kanastra 01 – CBGB

Rádio Kanastra 02 – (pós) THE CLASH

Rádio Kanastra 03 – ROCK BRASIL

Rádio Kanastra 04 – PSICODELIA

Rádio Kanastra 05 – ERIC CLAPTON

Rádio Kanastra 06 – DE MELVINS A PJ HARVEY

Rádio Kanastra 07 – PRODUTORES

Rádio Kanastra 08 – SOUL BRASIL 70

 

Embaixo deste post você encontra todos os programas da 1ª TEMPORADA em sequência.

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Programa 08 – Soul Brasil 70

11/05/2009

Bloco 1:

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Bloco 2:
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Último programa da 1ª temporada da Rádio Kanastra, Soul Brasil 70, fala um pouco do ínicio desse gênero em nosso país. Ótimas bandas, ótimos discos, que tiveram como precursor o Tim Maia, um dos nossos mestres da voz, íniciou sua trajetória lá no país de origem do Funk e do Soul, os Estados Unidos.

Lá na gringa ele absorveu toda a influência desses ritmos e quando voltou ao Brasil não perdeu tempo, já em seu segundo compacto, de 1969, implacou o hit “These Are The Songs”, que posteriormente seria consagrado pela voz de Elis Regina.

Nos anos 70 lançou alguns discos, os três primeiro tiveram vários sucessos como “A Festa do Santo Reis”, “Não Quero Dinheiro”, “Canário do Reino” entre outros. Curta aqui um pout-pourri do grande Tim Maia cantando “Idade” e tocando bateria, instrumento que fez parte do ínicio de sua carreira. Vale a pena conferir.

Na sequência lançou o antológico Tim Maia Racional, que na Virada Cultural deste ano teve o Instituto tocando grande parte deste excelente disco duplo. Para conferir este show, mais alguns e outros acontecimentos da Virada, assista a matéria da semana e o vídeo Virada Cultural 2009, produzido pela Kana.

Depois desta breve viagem ao mundo Racional, Tim Maia voltou ao seu velho estilo, sexo, drogas e rock and roll. Continuou implacando vários sucessos ao longo da carreira que terminou em 98 com sua morte.

Outra grande banda da época era a Banda Black Rio, que formada por grandes nomes da música negra brasileira, alcançou sucesso internacional por seu brilhantismo e swing. Formada em quadras de samba, tinha grandes músicos como Oberdan Magalhães, que já tinha participado de outra ótima banda a União Black. Veja o  cliple “Maria Fumaça”, Banda Black Rio (1982).

Jorge Ben, apesar de ser o nome do samba-rock brasileiro, fez bonito no quesito funk/soul. No final dos anos 70 e ínicio dos 80 lançou alguns discos que esbanjavam o swing carioca, e que contou com parcerias como esta aqui:

Jorge Ben e Tim Maia – Lorraine (1982)

Mais dois nomes fariam muito sucesso nesse tempo, Toni Tornado e Gerson King Combo. O primeiro explodiu com o sucesso BR3, e logo em seguida fez outros sucessos como Black Esperto [veja Toni Tornado nos Trapalhões, cantando Black Esperto].

Mas se existe um rei da Soul Music brasileira, o nome é Gerson King Combo. Além do ativismo nas questões raciais, aderiu todo o estilo James Brown, que não se limitou as roupas, mas a grande categoria de fazer músicas. Lançou dois ótimos discos no final dos anos 70, Gerson King Combo e Gerson King Combo Vol. 2.

Dá uma olhada no estilo dele.

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Gerson King Combo (1978) Vol II


PROGRAMA 07 – PRODUTORES

02/05/2009

Bloco 1:

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Rádio Kanastra dessa semana apresenta alguns produtores musicais e seus trabalhos!

 Um dos primeriros caras a exercer o papel de produtor como conhecemos hoje em dia, foi o Sam Philips. Esse americano de Memphis fundou o Sun Studio e foi um dos responsáveis pela explosão do Rock & Roll nos anos 50. Ele produziu nomes como Elvis Presley, Johnny Cash, Roy Orbison e Jerry Lee Lewis.

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Outro cara que emplacou vários sucessos nos Estados Unidos, mas na década de 60 foi o Phil Spector, produtor que ficou ainda mais conhecido por produzir em 1970 o album “Let it Be” dos Beatles, e mais tarde os trabalhos solos de John Lennon e George Harisson.

O Phil Spector também inventou uma técnica de gravação inovaodra, usada até hoje pra gravações em estudio, especialmente no Rock & Roll, que é a “Wall of Sound”, ou Parede Sonora. Ele teve a idéia de passar o som do estúdio de gravação onde ele experimentava colocar vários instrumentos elétricos e acústicos para tocar a mesma parte, para câmaras de echo, provocando um reverberar que reforçava e emoldurava o som original. Assim, a “Parede Sonora” permitiu trabalhar diversas possibilidades de montar a música.

 Nos anos 70 outro produtor que começou a ficar conhecido foi um cara que manja muito de música o Maestro Quincy Jones, produzindo Frank Sinatra e Ella Fitzgerald. Mas Jones se tornou um dos poderosos da indústria quando produziu três discos de Michael Jackson, entre eles Thriller,  de1982, nada mais nada menos que o disco mais vendido da história.

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O Quincy também é um músico de primeira e gravou muita coisa boa, inclusive muitas trilhas para o cinema, vale a pema assistir esse video que mostra ele em 1960 conduzindo essa big band de jazz.

 Outro cara que produziu MUITA gente foda na década de 70, foi o Bob Ezrin, que trabalhou como Alice Cooper, Peter Gabriel, produziu o Berlin do Lou Reed, O Destroyer do Kiss e o clássico The Wall do Pink Floyd, de 1979.

 Brian Eno foi mais um nome que despontou nos anos 70 por produzir a “Trilogia Berlin” do David Bowie e que ganhou destaque nos anos 80 produzindo sucessos como Talking Heads e U2, com quem viria a gravar 6 discos.

 No década de 80 também surgia um estilo que viria a influenciar a producão musical mundo afora, o Hip-Hop, e um dos responsáveis por isso foi Rick Rubin, nova-iorquino que produziu RUN-DMC,  lançou Public Enemy e Beastie Boys, e em 1991 produziu o fodíssimo Blood, Sugar, Sex, Magic do Red Hot Chili Pepers.

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Outro cara que produziu Beastie Boys no ótimo disco “The In Sound Of The Way”, de 1996, foi o brasileiro Mario Caldato, um dos maiores nomes da produção musical atual. Na sua discografia vale a pena resaltar os trabalhos com o californiano G Love, com o Manu Chao, Money Mark, Planet Hemp, Mundo Livre S/A e Nação Zumbi.

 Falando em Nação Zumbi, outro cara que produziu alguns discos dos caras, inclusive ainda na época do Chico Science, foi o BiD, que além disso montou o conhecido Funk Como Le Gusta e mais recentemente gravou o interesantíssimo Bambas e Biritas, que conta com participações de Black Alien, Elza Soares, Seu Jorge, Rapin Hood, Carlos Dafé entre outros.

 Acabou La Tequila foi uma banda carioca dos anos 90 que contava com Alexandre Kassin na guitarra, que se tornou um dos produtores mais requisitados do momento aqui no Brasil, assinando produções de Wander Wildner, Autoramas e a conhecida parceria com o Los Hermanos. Além disso ele participa do projeto Kassin +2 e de vez em quando toca com a Orquestra Imperial.

 Outros caras da nova geração que merecem destaque são Tejo Damsceno, Rica Amabis e Daniel Ganjaman, juntos eler montaram Selo Instituto, muito foda, muito inovador e que tá sempre por trás de producões de altíssima qualidade. Valeu semana que vem tem mais!


PROGRAMA 06 – De Melvins a PJ Harvey

25/04/2009

No programa 6 da Rádio Kanastra, ligações musicais nos fizeram ir de Nirvana a Eagles of Death Metal, de Melvins a PJ Harvey, e uma matéria sobre o show do Heavy Trash em São Paulo.

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Iniciamos o primeiro bloco com o Nirvana tocando Big Cheese, ao vivo em estúdio, para falar da primeiro banda de Kurt Cobain, o Fecal Matter, que durou apenas um ano, de 85 a 86, e gerou apenas uma demo.

Kurt formou o Fecal Matter com dois integrantes do Melvins, Dale Crover e Buzz Osbourne. Buzz Osbourne que, em 1998, foi chamado pelo Mike Patton, ex-vocalista do Faith no More, para formar uma banda com ele, Trevor Dunn, que já tinha tocado com Patton no Mr. Bungle, e Igor Cavaleira. Mas o Igor negou, e indicou o Dave Lombardo, ex-Slayer, para a batera, que aceitou. Nasceu o Fantômas, que já tem cinco discos lançados. (assista ao clipe de Cape Fear ao vivo).

Com o fim do Nirvana em 1994, após o suicídio de Kurt, o Krist Novoselic formou duas bandas: A Sweet 75, que lançou apenas um disco em 97, e a Eyes Adrift, mais recentemente, que em 2002 lançou também seu único disco, e que contava com o baixista e vocal dos Meat Puppets, banda que o Kurt também adorava, o Curt Kirkwood, e com o baixista do Sublime ,o Bud Gaugh, (assista a clipes do Meat Puppets, Sweet 75 e Eyes Adrift).

Já o Dave Grohl, baterista do Nirvana, que entrou na banda só após o primeiro disco, Bleach de 1989, deixou um pouco as baquetas de lado e formou o conceituado Foo Fighters, que já tem 6 discos lançados. (Veja o clipe I’ll Stock Around, do primeiro álbum).

Mas Dave Grohl não parou com a bateria totalmente não. De lá pra cá, ele permanence fazendo participações como baterista em vários discos, e com vários artistas. A que destacamos no programa, a gravação do terceiro album do Queens of the Stone Age, o “Songs for the Death”, de 2002.

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(Assista ao clipe de Dave Grohl com Queens of The Stone Age, tocando Regular John, música do primeiro disco do Queens).

O Queens of The Stone Age é liderada por Josh Homme, figura respeitadíssima, reponsável por vários projetos bons. Sua primeira banda foi a Kyuss, que se consolidou no cenário underground, evidenciando o estlo que vieram a chamar de stoner rock.

Em 1997, Homme fundou o projeto Desert Sessions, junto com a PJ Harvey e outros músicos de Palm Desert, na Califórnia, que tem a proposta de fazer sessões de estúdio e lançá-las em discos numerados (volume 1, 2, 3, 4…). O ultimo é o volume 9, de 2003, que trás as músicas Wanna Make It Wit Chu, que o QOTSA regravou mais tarde, e a Crawl Home.

Outro projeto muito bom, que Josh Homme fundou com Jesse Hughes, é o Eagles of Death Metal, que já lançou 3 discos, e na qual Homme toca bateria. Atualmente, porem, ele se afastou da banda por excesso de projetos, mas continua dando umas palhinhas com eles de vez em quando. (Veja os clipes de Wanna Be in LA, do ultimo disco, e I Want You so Hard (The Boys Bad News), do primeiro, que trás a paticipação de Homme, Dave Grohl e até do Jack Black).

Semana que vem, mais ligações extensas entre produtores e seus projetos. Clássicos e mais clássicos.

 

 

 


PROGRAMA 5 – ERIC CLAPTON

17/04/2009

         Bloco 1

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Esta semana no programa falamos de Eric Clapton, um dos grandes guitarristas da história, que rodou várias bandas e estilos diferentes. Uma das primeiras bandas que o cara participou foi The Yardbirds, ficou ali apenas dois anos, e logo largou por não concordar com rumo pop que a banda seguia. (Clipe: “Louise” The Yardbirds)

Em 65, se junta a um dos grupos mais influentes de blues da Inglaterra, o  John Mayall & the Blues Breakers. Em 66 gravam o disco “Blues Breakers with Eric Clapton” em apenas três dias. No mesmo ano, já no Cream, forma o primeiro Power Trio da história do rock, com Jack Bruce e Ginger Baker, criando um jeito novo de tocar, misturando rock, blues e psicodelia. (Assista dois clipes do Cream: Sunshine of Your love e White Room.)

Em 68, após 5 discos, o Cream chega ao fim. Neste ano Clapton recebe uma proposta do seu grande amigo George Harrison, e faz o solo de guitarra da clássica música “While my guitar gently weeps”, do sensacional Álbum Branco, dos Beatles. (Assista “While My Guitar Gently Weeps” – George Harrison, Eric Clapton, Ringo Star – 1971)

Em 69 junta-se com Ginger Baker (ex Cream), Steve Winwood (ex traffic) e Ric Grech (ex Family) e forma uma das primeiras “superbandas”, com músicos já conhecidos, o “Blind Faith”. Lançam apenas um disco, no mesmo ano.

Em 70, meio cansado dos holofotes, Eric Clapton  acompanha o Delaney & Bonnie and Friends numa turnê. Encorajado pelo Delaney Bramlett lança seu primeiro disco solo chamado “Eric Clapton”. E sem parar, no mesmo ano, ele forma a banda Derek & the Dominos e faz o disco “Layla and Other Assorted Love Songs”. Sem muito sucesso, a banda dura apenas um ano. (Clipe: “It’s Too Late” do Derek and The Dominos no programa do Johnny Cash)

Eric passa três anos de sua vida usando heroína. Até que em 1974 grava o disco “461 Ocean Boulevard”. Em uma das faixas regrava I Shot the Sheriff e lança Bob Marley para mídia internacional. (Clipe: “I Shot the Sheriff” – Eric Clapton)

Consolidado em sua carreira solo lança alguns discos nos ano 70, um deles chamado “No Reason To Cry”, ótimo disco. Curta o clipe de “Hello Old Friend” aqui. E começa sua longa jornada no mundo das parcerias. Nos anos 80 faz um rock mais dançante, dos 90 pra cá volta as raízes do blues e grava discos com B. B. King e J. J. Cale. Vamos curtir outras parcerias do grande Eric Clapton.

Veja os clipes:

Boogie Chillen – Rolling Stones, John Lee Hooker e Eric Clapton

Old Love – Robert Cray e Eric Clapton

Don’t Think Twice, It’s All Right – Bob Dylan e Clapton

Tear Us Apart – Tina Turner, Phil Collins, Mark Knopler, Elton John e Clapton

You’re  Wonderful Tonight – Mark Knopfler e Eric Clapton

e para finalizar “Year Blues” The Dirty Mac: John Lennon, Keith Richards, Mitch Mitchell e Eric Clapton.


PROGRAMA 4 – PSICODELIA

13/04/2009

No programa 4 da Rádio Kanastra, a Psicodelia da segunda metade dos anos 60, e uma matéria no show do Kiss em São Paulo.

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Para falar de PSICODELIA, temos que voltar ao movimento hippie, movimento que se formou nos EUA, do começo para o meio da década de 60, como uma espécie de resposta aos avanços técnológicos, que desiludiram e destruiram a humanidade, através das guerras e do consumismo. Isso gerou uma onda de paz e amor, que se solidificou com a entrada dos americanos na Guerra do Vietnã. (abrimos o programa com L.S.D., da banda The Pretty Things)

O primeiro disco da história do rock a trazer no nome a expressão “Psicodélico” foi o do 13th Floor Elevators, o Psychedellc Sounds Of, de 1966 (veja o clipe de “You are gonna miss me”, que abre o disco).

Ainda em 66, a banda Blues Magoos lança o Psychedelic Lollipop (veja o clipe de “(We Ain’t Got) Noting Yet”).

Neste ano, também, o Buffalo Springfield lançava seu primeiro disco, o Mamas and the Papas lançava o primeiro disco, com o hit “California Dreaming”, o Cream lançava o “Fresh Cream”, primeiro da carreira, e a música “Mr. Farmer”, do The Seeds, tava tocando demais.

Também neste ano, o Yardbirds, primeiro banda que o Eric Clapton fez parte, (de 63 a 65) lançava o Roger the Engeneer, último disco antes da entrada de Jimmy Page (futuro Led Zeppelin) na banda (veja o clipe “Under Over Sidways Down”, single deste disco).

Bom, 67 é conhecido como o ano oficial da psicodelia. É deste ano o “Sgt Peppers” e o “Magical Mistery Tour”, símbolos da fase psicodélica dos Beatles, o “Satanic Majesties Request” do Rolling Stones, o Primeiro do The Doors, o primeiro do Vevet Underground, o primeiro da Janis Joplin, com o Big Brother and the Holding Company, e os 2 primeiros do Jimi Hendrix (sim, ele lançou 2 em 67: o “Are
You Expirienced?” e o “Axis, Bold As Love”).

No programa, mostramos um vídeo raro do Hendrix tocando como banda de apoio do Buddy and Stacey, num programa de tv em 65 (veja aqui na íntegra). Dois anos depois, eles estava lançando os dois discos (veja Stone Free, do disco de estréia).

O Cream também lançava o segundo disco, “Disraeli Gears”, em 67 (assista Strange Brew). O Country Joe and the Fish, outra banda muito importante por sua militância contra a guerra do Vietnã (ouça aqui), também lançava o “Electric Music for Mind and Body.

O Jefferson Airplane e o Grateful Dead são, talvez, as bandas mais assumidamente psicodélicas desta época, e uma das melhores. Fechamos o primeiro bloco com o arrepiante St. Stephen, do Grateful Dead, após o clipe de White Rabbit, do Jefferson Airplane. Imperdíveis, sensacionais.

No Segundo bloco, prometemos uma listinha dos discos desta época que acabaram ficando de fora do programa, lista esta que entrará no aqui no blog em breve. Além disso, mostramos as duas versões de Dazed e Confuzed, uma do Yardbirds e uma do Led Zeppelin, que lançava seu disco de estréia em 69.

Em 1969, aconteceu o Woodstock, festival que corou este período de libertação dos jovens anti-guerra, com apresentações homéricas. Sem dúvida, um dos períodos mais férteis e qualitativos da época.

Assim como no programa, fechamos com a apresentação histórica do The Who no Woodstock, cantando “See Me, Feel Me”.

 

 




Programa 03 – Rock BR

03/04/2009

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Neste programa sobre o rock brasileiro, procuramos mostrar resumidamente a evolução da música brasileira em evidência, focando no rock. As bandas citadas são somente exemplos que nos ajudam a traçar a trajetória desta história. Muitas, claro, ficaram de fora, mas não por sua menor importância.

O rock no Brasil começou pela influência do início do rock nos EUA, nos anos 50, através de nomes como Chuck Berry, Little Richard, Elvis Presley e Bo Diddley (assista a um clipe de Bo Diddley).

Nos anos 60, Raul Seixas tocava em sua primeira banda, claramente influenciada pela Jovem Guarda, o Raulzito e os Panteras. Mais tarde, em 1970, gravaria um disco totalmente experimental, chamado “A Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta: Sessão das 10”, aproveitando sua posição de produtor da CBS.

Ainda nos 60, os Mutantes explodiam para o mundo, principalmente com o lançamento do terceiro disco deles, e o mais famoso em 70, o “A Divina Comédia ou Ando meio Desligado”. (Assista a um clipe deste disco).

Em 1970, o rock ganhou força e personalidade com uma produção tipicamente brasileiro, como os Novos Baianos e o Secos e Molhados.

Já os anos 80 representaram o auge da popularização do Rock, formando várias cenas pelo país. No Rio, Os Paralamas do Sucesso, Lobão, a Blitz, E o Barão Vermelho de Cazuza.

Em São Paulo, a cena punk, fortificada com o festival “O começo do fim do mundo”, formava bandas como os Ratos de Porão, 365 e Inocentes. Paralelo, a cena rock, com Ira!, Titãs e Os Mulheres Negras (veja o clipe).

Em Brasília, os punks de fim-de-semana mais famosos, liderados pelo pessoal da Plebe Rude, Legião Urbana, Capital Inicial, etc, que se popularizaram Brasil afora.

No resto do país, entre outras, claro, podemos destacar os Replicantes e os Engenheiros do Hawaii no Sul, o Camisa de Vênus na Bahia e, em Minas, a banda que mais levou o nome do Brasil para o exterior, o Sepultura.

Os anos 90 começam com a saturação do rock e sua decadência midiática, com a acenssão do Axé, Pagode e da música sertaneja. O rock manteve-se com bandas “fanfarronas”, como Raimundos, Planet Hemp e Graforréia Xilarmônica (veja clipe).

Hoje em dia, salvo algumas exceções, (como os Autoramas, citados no programa, e várias bandas do cenário independente que não ganham espaço), o rock brasileiro permanece carente de inovação e criatividade e nós, permanecemos a procura de uma saída que salve e revitalize o rock nacional, unindo qualidade e aceitação popular.




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