Programa 16 – Michael Jackson

06/07/2009

Programa 16 inusitado e inesperado. Fomos pegos de surpresa com a morte do Rei do Pop, ótima chance de fazer um especial um pouco diferente do que tá rolando por aí. Vamos falar da carreira de MICHAEL JACKSON à partir da sua morte, muito melhor pra poder apreciar sua obra, agora já completa e finalizada.

Bloco 01:

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Bloco 02:

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O último clip lançado por Michael foi Rock My World, do disco “Invencible” de 2001. Cinco anos antes ele estava lançando o “HIStory, Past Present and Future – Part I”, cujas divulgações incluíam um clip gravado no Brasil, que todo mundo se lembra muito bem, o They Don’t Care About Us.

É deste último disco também que vem o nosso quadro MTO BOM MTO FODA, que hoje vai para a versão da música Come Togheter, cantada por Michael em homenagem a John Lennon.

No final dos anos 90, um single que ainda tocou bastante foi o dançante Blood on the Dance Floor:

Antes disso, em 91, veio o “Dangerous”. Último disco bom ou primeiro disco ruim de Michael? Não tinha a pegada dos anteriores, mais tinha uma série de clássicos e ainda mostrava Michael em uma ótima forma. Lembra dos shows no Morumbi, aqui em São Paulo em 93?

No clip de Black or White, também desse disco, há um trecho censurado sensacional que mostra Michael dançando sozinho em silêncio, fazendo o que ele chamava de “Panther Dance”:

Anos 80. “Bad” já mostrava Michael com outra pegada, roupas diferentes e uma cor misteriosamente mais clara. Foi o último disco produzido pelo mestre Quincy Jones.

Foi com “Bad” que o Rei do Pop fez a sua primeira turnê solo mundial. E foi um sucesso!

Billie Jean, o video acima, veio do famosíssimo LP “Thriller” de 82. Foi um álbum que quebrou barreiras, um video (no caso da faixa título) que mudou a perspectiva do video-clipe, uma coreografia nunca antes vista, uma música única, o primeiro disco após a sua saída definitiva dos Jacksons e o recorde de vendas da história.

No “Off The Wall” de 79 foi a primeira vez que Michael se aventurou pela música sem seus irmãos. Primeiro trabalho com Quincy Jones, Michael se mostrava em uma fase mais madura.

A primeira banda de Michael Jackson com seus irmãos foi os Jacksons, que a princípio se chamava Jackson Five, mas com a mudança de gravadora (da Motown pra Epic), eles tiveram de mudar de nome. Michael gravaria ainda mais dois discos com seus irmãos, mesmo já tendo lançado o “Off The Wall” em 79.

O contrato com a Motown veio em 68. A Motown era a gravadora que lançava os mais famosos nomes negros da época.

Na época, tinham até um programa de TV onde eram personagens de desenho animado.

Adolescentes, já na época dos Jacksons, também tinham: O Jacksons Variety Show!

Pra finalizar, os Jackson Five cantando I Want You Back lá no comecinho da carreira deles. Fantástico!

A segunda temporada do RÁDIO KANASTRA terminou, mas o blog continua vivo com dicas, clips e indicações da melhor música que se fez e que se faz!

Aguardem novidades. Elas estão por vir!


PROGRAMA 07 – PRODUTORES

02/05/2009

Bloco 1:

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Bloco 2:

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Rádio Kanastra dessa semana apresenta alguns produtores musicais e seus trabalhos!

 Um dos primeriros caras a exercer o papel de produtor como conhecemos hoje em dia, foi o Sam Philips. Esse americano de Memphis fundou o Sun Studio e foi um dos responsáveis pela explosão do Rock & Roll nos anos 50. Ele produziu nomes como Elvis Presley, Johnny Cash, Roy Orbison e Jerry Lee Lewis.

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Outro cara que emplacou vários sucessos nos Estados Unidos, mas na década de 60 foi o Phil Spector, produtor que ficou ainda mais conhecido por produzir em 1970 o album “Let it Be” dos Beatles, e mais tarde os trabalhos solos de John Lennon e George Harisson.

O Phil Spector também inventou uma técnica de gravação inovaodra, usada até hoje pra gravações em estudio, especialmente no Rock & Roll, que é a “Wall of Sound”, ou Parede Sonora. Ele teve a idéia de passar o som do estúdio de gravação onde ele experimentava colocar vários instrumentos elétricos e acústicos para tocar a mesma parte, para câmaras de echo, provocando um reverberar que reforçava e emoldurava o som original. Assim, a “Parede Sonora” permitiu trabalhar diversas possibilidades de montar a música.

 Nos anos 70 outro produtor que começou a ficar conhecido foi um cara que manja muito de música o Maestro Quincy Jones, produzindo Frank Sinatra e Ella Fitzgerald. Mas Jones se tornou um dos poderosos da indústria quando produziu três discos de Michael Jackson, entre eles Thriller,  de1982, nada mais nada menos que o disco mais vendido da história.

quincyjones

O Quincy também é um músico de primeira e gravou muita coisa boa, inclusive muitas trilhas para o cinema, vale a pema assistir esse video que mostra ele em 1960 conduzindo essa big band de jazz.

 Outro cara que produziu MUITA gente foda na década de 70, foi o Bob Ezrin, que trabalhou como Alice Cooper, Peter Gabriel, produziu o Berlin do Lou Reed, O Destroyer do Kiss e o clássico The Wall do Pink Floyd, de 1979.

 Brian Eno foi mais um nome que despontou nos anos 70 por produzir a “Trilogia Berlin” do David Bowie e que ganhou destaque nos anos 80 produzindo sucessos como Talking Heads e U2, com quem viria a gravar 6 discos.

 No década de 80 também surgia um estilo que viria a influenciar a producão musical mundo afora, o Hip-Hop, e um dos responsáveis por isso foi Rick Rubin, nova-iorquino que produziu RUN-DMC,  lançou Public Enemy e Beastie Boys, e em 1991 produziu o fodíssimo Blood, Sugar, Sex, Magic do Red Hot Chili Pepers.

beastie

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Outro cara que produziu Beastie Boys no ótimo disco “The In Sound Of The Way”, de 1996, foi o brasileiro Mario Caldato, um dos maiores nomes da produção musical atual. Na sua discografia vale a pena resaltar os trabalhos com o californiano G Love, com o Manu Chao, Money Mark, Planet Hemp, Mundo Livre S/A e Nação Zumbi.

 Falando em Nação Zumbi, outro cara que produziu alguns discos dos caras, inclusive ainda na época do Chico Science, foi o BiD, que além disso montou o conhecido Funk Como Le Gusta e mais recentemente gravou o interesantíssimo Bambas e Biritas, que conta com participações de Black Alien, Elza Soares, Seu Jorge, Rapin Hood, Carlos Dafé entre outros.

 Acabou La Tequila foi uma banda carioca dos anos 90 que contava com Alexandre Kassin na guitarra, que se tornou um dos produtores mais requisitados do momento aqui no Brasil, assinando produções de Wander Wildner, Autoramas e a conhecida parceria com o Los Hermanos. Além disso ele participa do projeto Kassin +2 e de vez em quando toca com a Orquestra Imperial.

 Outros caras da nova geração que merecem destaque são Tejo Damsceno, Rica Amabis e Daniel Ganjaman, juntos eler montaram Selo Instituto, muito foda, muito inovador e que tá sempre por trás de producões de altíssima qualidade. Valeu semana que vem tem mais!


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